Des moments
on a des moments comme ça
quand
tout autour de nous
les toutes petites choses
sont à sa place
terça-feira, 22 de julho de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
sábado, 19 de abril de 2014
cautela
..e se não for assim?
E se, parando, demasiado for o peso?
atleta, em corrida sem repouso
susto contido
medo em rédeas curtas
e o tempo, emboscado
paciente e sem perdão
tem-lhe a alma nas mãos
apertada
espera-a ali à frente
Adivinhando-o, previne-se
sobe as fasquias
cerra fileiras
borda fora os mantimentos
da vida, os momentos
sonhos
esperanças
tréguas
Se preciso for, proíbe-se
carinho
E se, parando, demasiado for o peso?
atleta, em corrida sem repouso
susto contido
medo em rédeas curtas
e o tempo, emboscado
paciente e sem perdão
tem-lhe a alma nas mãos
apertada
espera-a ali à frente
Adivinhando-o, previne-se
sobe as fasquias
cerra fileiras
borda fora os mantimentos
da vida, os momentos
sonhos
esperanças
tréguas
Se preciso for, proíbe-se
carinho
terça-feira, 25 de março de 2014
Pasmo
E terror
calado
sereno
Alma trancada
e o olhar sem nome
desprevenido
Passaram em turbilhão
em galope febril
indecente
Perdeu ali a vida
sabe agora
que há rumos
sem regresso
calado
sereno
Alma trancada
e o olhar sem nome
desprevenido
Passaram em turbilhão
em galope febril
indecente
Perdeu ali a vida
sabe agora
que há rumos
sem regresso
Fingir
E saber
onde
insistir
senhora de nada
nem da morte
sua
alimenta o orgulho
de ilusões
gasta o tempo
em certezas
falhas
tece, enlaça, aperta
e vai daqui
a guardar segredo
mudou de ideias
ao estreitar do nó
onde
insistir
senhora de nada
nem da morte
sua
alimenta o orgulho
de ilusões
gasta o tempo
em certezas
falhas
tece, enlaça, aperta
e vai daqui
a guardar segredo
mudou de ideias
ao estreitar do nó
quinta-feira, 4 de abril de 2013
soma e dá zero
ter tudo
e somar consolo
beber águas de dois rios
correr entre muitas fontes
tudo de um trago
de passagem
ficar é vertigem
medo
entregar a alma
pavor
ali não está
nunca inteira
aqui trava o sentir
espreita alarmada
de passagem
e sem rumo
antes morta à sede
que beber
e somar consolo
beber águas de dois rios
correr entre muitas fontes
tudo de um trago
de passagem
ficar é vertigem
medo
entregar a alma
pavor
ali não está
nunca inteira
aqui trava o sentir
espreita alarmada
de passagem
e sem rumo
antes morta à sede
que beber
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